Preventiva x corretiva: como o registro de chamados ajuda a planejar manutenção

 

O que são manutenção preventiva e corretiva?

Antes de mais nada, vale alinhar o conceito de manutenção preventiva e corretiva.

A manutenção preventiva é planejada para acontecer antes da falha. Ela segue um cronograma ou condição de uso do equipamento, com inspeções, ajustes, lubrificação e troca de peças em intervalos definidos. O objetivo é aumentar a vida útil dos ativos, reduzir paradas inesperadas e manter a operação estável.

 

Já a manutenção corretiva entra em cena quando o problema já apareceu. Ou seja, o equipamento falhou, a produção parou ou o cliente reclamou, e a equipe precisa agir para corrigir o defeito e restaurar o funcionamento normal. Em muitos casos, esse tipo de chamado é urgente e afeta diretamente a operação.

Na prática, nenhuma empresa vive só de preventiva. No entanto, quanto mais estruturado estiver o plano de manutenção preventiva, menor tende a ser o volume de corretivas emergenciais ao longo do tempo.

 

Por que registrar todos os chamados de manutenção?

 

Muita gente ainda vê o registro de chamados apenas como burocracia. Porém, o registro é justamente o que transforma “apagar incêndio” em gestão de manutenção de verdade.

Quando cada intervenção, preventiva ou corretiva, vira um chamado bem preenchido, a empresa passa a ter:

  • histórico de tudo o que foi feito em cada equipamento;

  • visão clara de quais ativos mais quebram;

  • dados sobre tempo de resposta, tempo de execução e custo;

  • base concreta para planejar manutenções futuras.

Além disso, o registro de chamados aumenta a transparência entre operação, manutenção e gestão. Dessa forma, fica mais fácil justificar investimentos, revisar contratos e priorizar melhorias com base em fatos, não apenas em percepções.

 

O que não pode faltar em um chamado de manutenção

Para que o registro de chamados realmente ajude na gestão, ele precisa ser bem preenchido. Por isso, vale padronizar um formulário de chamado com campos mínimos, como:

  • identificação do equipamento (código, local, área);

  • tipo de manutenção (preventiva, corretiva, emergencial);

  • descrição clara do problema ou atividade;

  • data e hora de abertura;

  • prioridade ou criticidade;

  • responsável pelo atendimento;

  • ações executadas;

  • peças trocadas;

  • data e hora de conclusão.

Sempre que possível, é interessante incluir fotos, laudos ou anexos. Assim, o histórico fica ainda mais rico, o que melhora bastante a análise posterior.

 

 

Conclusão: registro de chamados é o “cérebro” da manutenção

No fim das contas, falar de manutenção preventiva e corretiva sem falar de registro de chamados é deixar de lado a principal fonte de dados da área.

Quando os chamados são bem estruturados, a manutenção ganha histórico, previsibilidade e argumentos para investir melhor o orçamento. Além disso, a operação passa a sofrer menos com urgências, enquanto os ativos trabalham por mais tempo com menos risco.

 

Se hoje sua equipe ainda abre chamados de qualquer jeito ou nem registra tudo o que faz, vale a pena começar a organizar esse fluxo. Com formulários padronizados, processos claros e um sistema que centralize as informações, cada intervenção deixa de ser apenas “mais um conserto” e passa a contribuir diretamente para um plano de manutenção muito mais inteligente.

 

Está Preparado Para o Próximo Passo?


Quer descobrir como melhorar seu compliance integrando checklists digitais ao ERP? Entre em contato com nossos especialistas hoje mesmo e agende uma demonstração personalizada!

Impacto do relatório de ocorrência na sua organização

Mais que dados, tenha respostas!​

Apoiamos nossos clientes na MELHORIA DE PROCESSOS de negócio tanto pelo uso racional e efetivo de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS quanto pela CAPACIDADE ANALÍTICA aportada

à operação, trazendo ganhos em PLANEJAMENTOQUALIDADE, CONTROLE PRODUTIVIDADE.